Boletim Turismo 15-05-20

Proyecto CRECEER

Pode cadastrar na plataforma de vigilância do projecto  CRECEER em: https://ade.hontza.es/es/user/register. Deve-se ingressar um nome de utente e uma direcção de correio electrónico. A seguir, um administração recebe a solicitação e a valida para outorgar acesso completo à plataforma.

Entre as vantagens de aceder à plataforma figuram:

  • Receber assessoramento para criar seu próprio sistema de vigilância competitiva.
  • Acesso directo às fontes que alimentam o sistema.
  • Acesso a todo o armazém de notícias validadas e comentadas. Há que destacar que as notícias validadas não sempre se incluem nos boletins, já que nestes se faz uma selecção para que não resulte excessivamente volumoso.
  • Definir um sistema próprio de alertas por e-mail para receber novidades.
  • Participar em foros e debates já criados e criar os seus próprios.

Este boletim emite-se de forma periódica no marco do projecto CRECEER, e nele se analisam oportunidades tecnológicas e comerciais que podem contribuir ao desenvolvimento do turismo rural em nossas zonas rurais.

O projecto CRECEER está cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) através do Programa Interreg V-A Espanha-Portugal (POCTEP) 2014-2020.

 

TURISMO RURAL
Certificação por terceira parte sobre estabelecimentos livres de vírus e bacterias
Devemos eliminar o termino covid dos hotéis. Deve-se poder transladar segurança, mas uma segurança bem informada, veraz e leal. De nada servem os selos “covid free” que estamos a ver a nível de selos de primeira parte, isto é, emitidos por uma empresa que realiza um serviço; ou selos de segunda parte, emitidos por associações que, dentro de sua boa vontade, pretendem distinguir de sua concorrência. Se não se pode certificar, não se pode dizer que um estabelecimento está livre de covid. É necessário que uma das grandes empresas de certificação dê um passo adiante e estabeleça um selo de qualidade do ar, que tenha em conta a presença de vírus e bactérias. As grandes empresas de certificação de terceira parte, por todos conhecidas, estão a trabalhar activamente. Pelo qual, em breve, sairá o primeiro selo de certificação neste sentido.
Afectará esta crise ao modo em que reservamos viagens?
Neste momento, o preço já não está na cume deste novo funil mas, como criámos uma sensação de segurança e confiança para que nosso hotel seja a opção mais atraente para os consumidores? A melhor maneira é através das redes sociais e as críticas: compartilhando o que tem implementado o hotel para garantir a segurança dos hóspedes e gerando boas críticas por parte dos primeiros hóspedes que cheguem depois do fechamento.
A Junta impulsiona a digitalização e sistemas de teletrabalho seguro em 247 PMEs e autónomos por 31,1 milhões de euros para fazer frente ao covid-19
A Consejería de Economia e Fazenda põe em marcha, através do ICE, uma iniciativa público-privada de assessoramento personalizado para empresas e autónomos, e de assistência remota aos profissionais com necessidades de formação tecnológica e informação especializada aos mais cualificados. Esta colaboração desenvolve-se com agentes do sector TIC integrados no Digital Innovation Hub de Ciberseguridade: Aetical, AEI de Ciberseguridad, Incibe e centros tecnológicos. Qualquer autónomo ou empresa de Castilla e León pode aceder a este serviço de orientação e assessoramento, enviando suas necessidades e os reptos que tem propostos através do ICE.

Entre as linhas extraordinárias de apoio financeiro que a Junta tem habilitado para facilitar liquidez às empresas afectadas pela crise sanitária, figura uma específica dirigida à implantação de soluções digitais de urgência em teletrabalho, digitalização e modernização. Supõe a concessão de avais para a obtenção de empréstimos dentre 6.000 e 600.000 euros, com cinco anos de amortização mais 12 meses de carência. Esta linha de emergência já tem resolvido 247 solicitações por 31,1 milhões de euros desde o início do estado de alarme, o que supõe o 87 % das solicitações recebidas.

Campanha “e-Noturismo, Tour pelas 5 regiões vitivinícolas da Região Centro”
A Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal lançou a campanha “e-Noturismo, Tour pelas 5 regiões vitivinícolas da Região Centro”, uma iniciativa que visa dinamizar as Regiões Vitivinícolas que se inserem neste vasto e rico território, também como forma de responder aos desafios da pandemia de COVID-19 e para fazer face ao contexto atual.

Porque o vinho conta histórias e transmite mensagens, os vinhos das Regiões do Dão, da Bairrada, da Beira Interior, do Tejo e de Lisboa, são uma das melhores formas de se conhecer um inigualável património histórico e cultural.

O turismo rural pós-COVID19

É necessário orientar neste ano as políticas em matéria turística para o interior e as viagens de proximidade, com o fim de suavizar, ao menos um pouco, o forte impacto que a crise sanitária vai provocar no sector. Entendo que quiçá, o simples facto de se mover possa criar certo medo a quem nos leia, por isso, expomos a seguir, algumas das razões pelas que o turismo rural e de interior pode ser o que nos ajude a salvar um pouco a situação.
Relatório: a indústria do bem-estar como oportunidade para o sector turístico
Segundo o relatório “Mindful(ness) e turismo: viagens para cuidar” do Centro de Investigação, Divulgação e Inovação Turística (IDITUR), em colaboração com Mindful Travel Destinations, o “mindful travel” ou viaje consciente é um segmento emergente claramente vinculado com a saúde. Por isso, esta realidade obriga à diferenciação da oferta das empresas e destinos que persigam se distinguir, incorporando um salto qualitativo com respeito às experiências mais comuns do turismo de bem-estar, e se centrando em desenhar vivências que gerem uma mudança positiva na vida dos diferentes actores (turistas, profissionais do turismo, residentes, entre outros). Neste sentido, o relatório de IDITUR explica que é importante acrescentar elementos de carácter logístico, planejamento e gestão. E isto implica conhecer melhor ao nicho turístico.
Paradores reforça seus protocolos de higiene face à reabertura
Paradores de Turismo trabalha desde faz semanas para estabelecer novos protocolos de higiene e distanciamento que permitam reabrir com garantias de segurança, quando se reúnam todas as condições que ditem o Governo e as autoridades sanitárias.
DEBATES
Coincidem com a visão esboçada pelo Conselho Mundial de Viagens e Turismo sobre a recuperação no sector turismo?
Uma retomada rápida e eficaz das viagens só produzir-se-á se os governos de todo mundo se põem de acordo sobre um conjunto comum de protocolos de saúde desenvolvidos pelo sector privado, como os que temos esboçado:

  • Além das condições sanitárias optimizadas nos hotéis, nos aeroportos terá novos protocolos para a facturação que incluirão tecnologia digital; estações de desinfecção de mãos em pontos frequentes, pagamento sem contacto em lugar de dinheiro em numerário e uso de escadas mais com frequência que de elevadores.
  • Os viajantes submeter-se-ão a provas dantes de voar e ao chegar ao aeroporto de destino. Veremos medidas de distanciamento social no aeroporto e durante o embarque, bem como o uso de máscaras enquanto estejam a bordo.
  • As aeronaves também serão submetidas a regimes de limpeza intensiva. Estas medidas combinar-se-ão com o rastreamento de contactos, através de uma aplicação móvel, que permitirá aos voos sair dos aeroportos livres de COVID-19.

WTTC: assim será a ‘nova normalidade’ na indústria das viagens

Subvenções para o financiamento de projetos destinados a promover a inovação cofinanciados pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER)

Podem candidatar freelancers e PME que tenham a sua sede social ou pelo menos um centro de trabalho em Castilla y León. Comunidades de propriedade, sociedades civis, fundações e associações sem fins lucrativos são excluídas.

O beneficiário deve apresentar o pedido de subvenção antes de iniciar o trabalho no projeto.

Os projectos elegíveis consistiriam na prestação de serviços avançados de aconselhamento e assistência técnica destinados a: protecção dos direitos de propriedade industrial, acesso a deduções fiscais para o desempenho de actividades de investigação e desenvolvimento (I&D) e de inovação tecnológica (TI), assessorando a empresa na inovação, a fim de implementar nela um sistema de eficiência produtiva e/ou melhoria organizacional, e assessoria à empresa em inovação em seus processos de gestão e organização através da implementação do soluções de computação em nuvem.

A concessão das subvenções será realizada em sistema licitatório não competitivo de acordo com sua ordem de apresentação, conforme art. 34 da Lei 13/2005, de 27 de dezembro, e se a documentação está completa e levando em conta a disponibilidade orçamentária.

A ajuda consistirá numa subvenção não reembolsável, que será determinada como uma percentagem fixa de 65% a aplicar ao custo elegível, que poderá atingir 75%, dependendo da localização do projeto.

As candidaturas podem ser apresentadas até à publicação do convite para substituir o presente ou a publicação do fechamento do mesmo.

As condições acima são um resumo não exaustivo de natureza consultiva. Para maior precisão, consulte as informações e documentação disponíveis neste link

SERVIÇO DE VIGILÂNCIA COMPETITIVA

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Para mais informação sobre o projecto CRECEER visite nosso site http://www.creceer.org/pt/inicio-2/

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